Datapactum - Grupo Randon recebe Prêmio Dinamismo Exportador
30 de outubro de 2009
Líderes nacionais de mercado nos segmentos em que atuam, asempresas Randon são referência em tecnologia e qualidade no Brasil e exterior.
Seguindo a estratégia de busca de novos mercados e de ampliação dos canais de distribuição, a Randon conseguiu manter o ritmo crescente de negócios internacionais. Pelo esforço exportador das companhias Randon S.A, Fras-le, Suspensys e Rasip Agro Pastoril, que têm como principal acionista a família Randon, o grupo foi agraciado com o prêmio Dinamismo Exportador na 37ª edição do Prêmio Exportação RS, promovido pela ADVB/RS, neste ano de 2009. O fundador das Empresas Randon, Raul Anselmo Randon, também subiu ao palco para receber o prêmio Personalidade Exportação pela presença constante e crescente da marca Randon em praticamente todos os continentes. Leia a seguir a entrevista com o diretor-presidente das Empresas Randon, David Abramo Randon.
A que é atribuída a conquista do prêmio Dinamismo Exportador?
As Empresas Randon têm uma longa trajetória no mercado externo, onde ingressou há mais de 30 anos e hoje marca presença em praticamente todos os continentes com volumes crescentes de negócios. Em 2008, alcançamos exportações consolidadas de US$ 287 milhões. Estamos convictos de que a empresa está no caminho certo e equilibrado entre mercado nacional e internacional.
Como as empresas Randon mantêm o volume de exportação com todas as dificuldades que o setor enfrenta?
Optamos pela diversificação de mercados para garantirmos um certo equilíbrio nos momentos de dificuldades. Hoje a marca Randon está presente em mercados não tradicionais e fora da zona do dólar.
A crise financeira internacional atingiu as exportações das empresas Randon?
Sem dúvida. Como qualquer empresa exportadora, sofremos as oscilações e as crises. O que nos diferencia é a administração dos períodos de crise em função das menores ou maiores dependências de cotações da moeda estrangeira, dos custos de produção e do grau de dependência de importação de insumos.
Na sua opinião, que medidas devem ser tomadas para as exportações brasileiras crescerem e o setor tornar-se mais competitivo frente a outros países?
A medida mais abrangente e eficiente continua sendo a atuação sobre o chamado Custo Brasil que envolve a desoneração das exportações. Não podemos exportar impostos.
O que o senhor tem a dizer a respeito do veto do presidente Lula, no final do mês de agosto, em artigos da lei do crédito-prêmio do IPI, que estabeleciam como data limite para a vigência do crédito o ano de 2002?
Na minha opinião foi uma oportunidade que o governo perdeu de fomentar as exportações, gerando maiores divisas para o nosso país.
O senhor acredita que irá ocorrer uma quebradeira de empresas exportadoras em razão desse veto?
Acredito que não haverá quebradeira de empresas exportadoras, pois não foram muitas que fizeram o crédito. A maioria das empresas, assim como a Randon, estavam aguardando a decisão judicial para proceder os créditos após 1999.


Comentários
Até agora não foi feito nenhum comentário, seja o primeiro!
Comentar