Pactum

O exigente mercado internacional

09 de março de 2010

A crise econômica mundial que atingiu no ano passado fortemente os Estados Unidos e a Europa teve um efeito positivo para o Brasil. Com um mercado interno forte, o país não só conseguiu se proteger contra a onda negativa do cenário internacional como também desenvolver empresas saudáveis e pujantes no período. Isso fez com que finalmente deixássemos de ser o país do futuro e nos tornássemos o que coloquialmente se chama de a bola da vez.
“A comunidade empresarial e os agentes econômicos passaram a se interessar cada vez mais pelo mercado internacional”, resume Antonio Caldeira, consultor da Pactum em São Paulo. Esse desenvolvimento expressivo do Brasil, hoje considerado um dos principais players internacionais, junto com Estados Unidos, União Europeia, China, Índia, Rússia e Japão, tornou as relações humanas e corporativas muito mais complexas por aqui, exigindo das empresas um maior domínio do Direito Internacional para prevenir e solucionar possíveis conflitos, bem como para garantir a saúde dos negócios.
Diante desse cenário, a orientação passou a ser de que empresas que já têm ou pretendem dar início a operações internacionais preparem-se bem para esse ingresso, para evitar os mais diversos tipos de erros e problemas, que vão desde a não observância da legislação cível e societária legal até os contratos de trabalho irregulares, que não respeitam as peculiaridades locais. “Há ainda a questão dos tributos e obrigações, de proteção de marcas e patentes, entre outras, razão pela qual o mais recomendável é dar esse passo de maneira muito bem amparada em termos de apoio profissional”, acrescenta Caldeira.
O interessante é que esse preparo comece desde a tomada de decisão da empresa em prospectar um novo mercado, para que possa realizar um estudo minucioso da situação local, no qual são identificados os pontos que poderão ser mais delicados, bem como os fatores críticos de sucesso. “Dada a grande complexidade das relações internacionais, sempre que uma empresa cogitar se conectar ao mercado internacional  é recomendável que procure o suporte necessário. Os ganhos com praticidade, rapidez e segurança gerados são indispensáveis à busca constante e crescente de competitividade”,acrescenta Eduardo Lindner, consultor da Pactum no Rio Grande do Sul.
Segundo ele, as dificuldades enfrentadas por empresas brasileiras que se aventuram no exterior sem um melhor conhecimento da cultura, da realidade socioeconômica e política e das normas de direito local são bastante variadas: indo de uma simples questão de inadimplência até o total insucesso da operação. Bem amparada, a empresa tem condições de buscar, de modo estratégico e customizado, modelos alternativos de serviços, podendo escolher aquele que melhor se coaduna com suas necessidades e expectativas.

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