Passado, presente e futuro
01 de julho de 2009
“Fazer 30 anos é passar da reta à curva. Fazer 30 anos é passar da quantidade à qualidade. Fazer 30 anos é passar do espaço ao tempo.” A Pactum Consultoria Empresarial alcançou este patamar – tão bem sintetizado por Affonso Romano de Sant’Anna na crônica Fazer 30 anos – em que o presente pode olhar para trás e buscar a maturidade para ousar com segurança rumo ao futuro.
Ao longo destes 30 anos, completados no dia 22 de abril, a Pactum cresceu, passando de um pequeno escritório com dois sócios para uma empresa consolidada e respeitada no mercado, com 140 profissionais e unidades em cinco capitais (Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Belo Horizonte e São Paulo), estruturadas por competências – tributária-fiscal, jurídico- empresarial e trabalhista –, plenamente sintonizada com o mercado e voltada para os clientes. Quando os colegas de faculdade Ivar Piazzeta e Francisco Boeira decidiram fundar a Pactum, já pensavam em construir uma empresa que fosse além da postulação jurídica. Em um primeiro momento, contudo, este desejo restringia-se a trabalhar com produtos e serviços específicos. Ao longo dos anos, a Pactum passou a atuar na gestão estratégica dos direitos dos clientes.
E hoje é uma consultoria empresarial que atua ao lado das empresas, integrada a sua cultura, interagindo com os gestores e sócios, sempre buscando soluções e utilizando o direito para garantir e aumentar a competitividade dos clientes. Pode-se dizer que aquele sonho latente em 1979 foi construído passo a passo e se transformou em realidade: “A nossa estratégia de atuação atual já estava lá desde o início, no DNA”, resume Francisco Boeira, vice-presidente da Pactum.
A trajetória da Pactum, que contabiliza um grande número de empresas atendidas nestes 30 anos de atuação, está apoiada em uma visão estratégica de continuidade, responsabilidade e cuidado com o cliente. A Pactum se consolidou no mercado por ter uma proposta inicial positiva, pela estrutura empresarial, pela credibilidade e pela capacitação do corpo técnico. “A nossa visão é de que o direito não é fazer uma defesa ou propor uma ação. O direito empresarial é algo estratégico e pode ser um instrumento para gerar soluções extraordinárias para as empresas”, explica Ivar Piazzeta, presidente da Pactum.


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