Editorial: Sacudindo a poeira e preparando o futuro

Com o fim do exercício 2017, podemos olhar para trás e perceber como foi difícil enfrentar as resistências da crise e começar a vislumbrar o horizonte.

Não é por outro motivo que o grande esforço que todos fizeram apresenta um resultado que, apesar de não deixar saudosas lembranças, com certeza emprestará grandes lições para os próximos anos.

Nesse período constatamos que a economia estava em trilhos cruzados, desgastados e sem energia para impulsionar a pesada locomotiva e seus intermináveis vagões e tivemos que revisitar a política de taxas públicas de financiamentos e reavaliar os critérios de concessão de créditos para setores que frustraram as expectativas.

Na outra ponta do país onde a crise não causou efeitos letárgicos, o agronegócio continuou a despontar como sempre com excelentes notícias, e o segmento de tecnologia, cuja veia empreendedora parece não se abalar com chuvas e trovoadas, descortinou caminhos que parecem iluminar a porta de saída, injetando doses de oxigênio novo nas empresas.

Em resumo, apesar do caminho tortuoso, sairemos mais fortes e com um norte melhor definido para 2018.

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