Split payment: o que muda para sua empresa, independente do resultado das eleições

O split payment, mecanismo da Reforma Tributária que separa os tributos no momento do pagamento e os envia diretamente aos cofres públicos, passou a ocupar o centro do debate eleitoral. De um lado, integrantes da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) criticam o impacto sobre o fluxo de caixa das empresas.
De outro, a área técnica do governo Lula (PT) defende que o mecanismo é importante para combater fraudes e afirma que sua retirada poderia pressionar as alíquotas sobre o consumo. Em meio à disputa, uma informação é decisiva para o planejamento empresarial: segundo a área técnica, a intenção é manter os prazos da reforma e implementar o que está previsto, salvo se houver nova lei em sentido contrário.
Na fase inicial, em 2027 e parte de 2028, o split payment será aplicado apenas às operações entre empresas (B2B), e a adesão será opcional. Para as vendas ao consumidor final (B2C), ainda não há regulamentação nem previsão de quando ela virá. Isso significa que cada empresa terá decisões próprias a tomar: aderir ou não ao mecanismo, avaliar o efeito sobre o capital de giro, revisar contratos e preços e adaptar sistemas de faturamento e pagamento. São escolhas que dependem do setor, da posição na cadeia e do perfil de créditos de cada negócio.
Esperar a definição política pode custar caro. Empresas que se antecipam conseguem medir o impacto real sobre o caixa, aproveitar corretamente os créditos de IBS e CBS e chegar a 2027 com segurança e previsibilidade. Nossa equipe acompanha de perto a regulamentação da Reforma Tributária e pode ajudar sua empresa a entender o cenário e definir o melhor caminho. Entre em contato e agende uma conversa.
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